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	<title>IMA – Indústria Mecânica Amaral</title>
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	<description>equipamentos para transportadores de correia</description>
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	<title>IMA – Indústria Mecânica Amaral</title>
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		<title>Grupo Pilar Gold adquire Mina Tucano e prevê retomada</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 18:23:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Tucano Gold Inc., uma nova companhia criada no Canadá e que faz parte do Grupo Pilar Gold, assinou um acordo com a Great Panther Mining Ltd para a aquisição de 100% das ações da Mina Tucano Ltda. e 100% das ações da Tucano Resources Mineração Ltda. A Mina Tucano, em recuperação judicial desde setembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tucano Gold Inc., uma nova companhia criada no Canadá e que faz parte do Grupo Pilar Gold, assinou um acordo com a Great Panther Mining Ltd para a aquisição de 100% das ações da Mina Tucano Ltda. e 100% das ações da Tucano Resources Mineração Ltda. A Mina Tucano, em recuperação judicial desde setembro de 2022, deve retomar operações no quarto trimestre de 2023, objetivando tornar-se a maior empregadora do Estado do Amapá. A estratégia de compra da mineradora contempla ainda um plano para pagamento de todos os credores.</p><p>A Mina Tucano, que foi adquirida pela Great Panther Mining em 2019, já produziu mais 1,5 milhão de onças de ouro desde a sua inauguração, em 2005, com produção média anual de 134 mil onças, de 2014 a 2020. Em 2022, até a interrupção das operações, foram 60 mil onças. Um relatório da Great Panther, de junho de 2022, mostra reservas comprovadas e prováveis de 12,9Mt a 1,59 g/t para 656.000 onças do minério.</p><p>A operação de compra ainda está sujeita à aprovação do Plano de Recuperação Judicial, bem como ao acordo com alguns outros credores, mas a Mina Tucano informa que já obteve apoio da grande maioria deles.</p><p>O grupo da Pilar Gold recebeu mais de 50 milhões de dólares canadenses em investimentos, valores que possibilitaram a construção de uma mineradora “júnior” de ouro. A companhia também está confiante na atração de novos fundos substanciais, em discussão com vários grupos de investimentos.</p><p>De acordo com a empresa, seu crescimento vem sendo alcançado sem a necessidade de assumir grandes linhas de endividamento, o que, segundo ela, geralmente é a razão pela qual grandes minas enfrentam problemas. O plano de desenvolvimento envolve, além da retomada das atividades na mina do Amapá,&nbsp;as operações da Pilar Gold em Goiás e o reinício da maior usina de ouro da Europa na Finlândia ainda este ano (Laiva Gold).</p><p>A experiência da Pilar Gold em mineração subterrânea será essencial, pois a Mina Tucano irá desenvolver o seu projeto subterrâneo de alto teor em Urucum Norte. Entre 2020 e 2022, a empresa perfurou cerca de 29.000 metros em Urucum Norte para definir o plano da mina, que possui um teor de recuperação esperado de 5 g/t.</p><p>A partir agora, o foco principal da Tucano Gold, como informam os controladores, é garantir que os credores recebam um plano de pagamento justo e sustentável e trazer o maior número desses fornecedores de volta ao trabalho com a Tucano neste e no próximo ano, para a retomada e crescimento das operações, que gerarão prosperidade na região e valiosos impostos para o Estado do Amapá.</p><figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/www.brasilmineral.com.br/sites/default/files/styles/image_in_article/public/2023-08/minatucano2.jpeg.webp?w=800&#038;ssl=1" alt="" data-recalc-dims="1"/></figure>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mineradora cria fertilizante com tecnologia restauradora da biodiversidade do solo</title>
		<link>https://www.imapc.com.br/mineradora-cria-fertilizante-com-tecnologia-restauradora-da-biodiversidade-do-solo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[1IEHMbGVTAqm@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2023 19:32:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os fertilizantes são substâncias&#160;usadas&#160;em uma lavoura com o objetivo de fornecer nutrientes para o desenvolvimento das plantas, podendo ser&#160;aplicados&#160;via solo ou via foliar. A sua produção depende diretamente da mineração. Os fertilizantes mais utilizados são produzidos com nitrogênio (N), fósforo&#160;(P)&#160;e potássio (K), conhecidos como NPK.&#160; A&#160;Mosaic Fertilizantes, uma das maiores empresas em produção e comercialização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="637" height="390" src="https://i0.wp.com/ima.artefinaljm.com.br/wp-content/uploads/2023/07/divulgacao.jpg?resize=637%2C390&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1663" srcset="https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/divulgacao.jpg?w=637&amp;ssl=1 637w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/divulgacao.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/divulgacao.jpg?resize=600%2C367&amp;ssl=1 600w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" data-recalc-dims="1" /></figure><p>Os fertilizantes são substâncias&nbsp;usadas&nbsp;em uma lavoura com o objetivo de fornecer nutrientes para o desenvolvimento das plantas, podendo ser&nbsp;aplicados&nbsp;via solo ou via foliar. A sua produção depende diretamente da mineração. Os fertilizantes mais utilizados são produzidos com nitrogênio (N), fósforo&nbsp;(P)&nbsp;e potássio (K), conhecidos como NPK.&nbsp;</p><p>A&nbsp;<a href="https://mosaicco.com.br/">Mosaic Fertilizantes</a>, uma das maiores empresas em produção e comercialização de fosfato e potássio combinados, desenvolveu o primeiro fertilizante mineral sólido do mercado com tecnologia que equilibra, restaura e fortalece a biodiversidade microbiana do solo. O Performa Bio estimula a recomposição da atividade de microrganismos benéficos, aumentando a capacidade de absorção e o aproveitamento dos nutrientes, elevando, consequentemente, o patamar de produtividade e de sustentabilidade dos sistemas de produção de alimentos.</p><p>Além da tecnologia que contribui diretamente para a saúde do solo, o Performa Bio oferta ao solo boa concentração de nutrientes, fósforo e enxofre de alta eficiência, promovendo plantio em menor tempo e maior aproveitamento dos nutrientes no ciclo das culturas. A granulometria uniforme, a qualidade física superior e o perfeito equilíbrio nutricional e biológico geram fluidez na aplicação em campo, facilidade de manuseio e aumento de produtividade e da qualidade do solo.</p><p>De acordo com o vice-presidente Comercial da Mosaic Fertilizantes, Eduardo Monteiro, o produto foi desenvolvido “integrando conhecimento agronômico e inovação, oferecemos novidades para que os agricultores elevem a produtividade de suas lavouras e aumentem a entrega de alimentos para o mundo com menor impacto ambiental”.&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Fertilizantes no Brasil&nbsp;</strong></h2><p>O Portal da Mineração já abordou anteriormente a&nbsp;<a href="https://portaldamineracao.com.br/fertilizantes-a-importancia-da-mineracao-na-alimentacao-e-no-dia-a-dia-das-pessoas/">importância da mineração para o agronegócio e à produção de fertilizantes.&nbsp;</a>&nbsp;O Brasil é responsável por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes, ocupando a quarta posição, atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos. Soja, milho e cana-de-açúcar respondem por mais de 73% do consumo de fertilizantes no país.&nbsp;</p><p>Mais de 80% dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados.&nbsp;Esta dependência no que se refere à&nbsp; importação de fertilizantes e de minérios utilizados para sua fabricação ficou mais evidente após o início da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, grande exportadora de matéria-prima para produção do produto.&nbsp;O aumento da produção de fertilizantes no Brasil depende da disponibilidade de recursos minerais, além de condições favoráveis de preços, infraestrutura e impostos.</p><p>O governo federal lançou o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), em março de 2022,&nbsp; com o objetivo de reduzir a importação do insumo. Dentre as suas metas estão: estimular e ampliar a pesquisa, exploração e transformação mineral no Brasil, oferecendo fontes competitivas para a agricultura nacional; atração de investimentos nacionais ou estrangeiros na exploração, transformação, desenvolvimento ou distribuição de fertilizantes; investimento em novas tecnologias; entre outros.&nbsp;</p><p><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-agricolas/fertilizantes/plano-nacional-de-fertilizantes/o-plano-nacional-de-fertilizantes">Clique aqui</a>&nbsp;e saiba mais sobre o PNF.&nbsp;</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>PodMinerar sobre Política Nacional para Fertilizantes</strong></h3><p>O PodMinerar, o podcast da mineração do Brasil,&nbsp; lançou no início de dezembro o episódio especial EXPOSIBRAM 2022 – Política Nacional de Fertilizantes.&nbsp;</p><p>Especialistas conversam sobre a&nbsp; dependência brasileira da importação de fertilizantes e de minérios utilizados para sua fabricação. O bate-papo contou com a participação do coordenador-geral de Estudos em Desenvolvimento Econômico e Social da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, José Carlos Polidoro, e do vice-presidente de Assuntos Corporativos, Estratégia e Sustentabilidade da Mosaic Fertilizantes, Arthur Liacre.&nbsp;</p><p>Ouça o episódio nas plataformas de áudio digital, como&nbsp;<a href="https://open.spotify.com/show/76EFjG1zb4GbDGu1crAVdE?si=99f9aa51cf7141b5&amp;nd=1">Spotify</a>,&nbsp;<a href="https://www.deezer.com/br/show/2903452">Deezer</a>,&nbsp;<a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/podminerar/id1584547626">Apple Music</a>,&nbsp;<a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/fe318ea3-a946-49cd-bb02-ed744c86261d/episodes/bd956f2f-8514-4234-acb1-3d7a3429d1bf/podminerar-ep-02-exposibram-2022-um-dos-maiores-eventos-de-minera%C3%A7%C3%A3o-da-am%C3%A9rica-latina-est%C3%A1-de-volta">Amazon Music</a>,&nbsp;<a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy81NzM3ZmFlNC9wb2RjYXN0L3Jzcw?hl=pt-BR">Google Podcast</a>&nbsp;e no&nbsp;<a href="https://ibram.org.br/podcasts/">site do IBRAM.</a>&nbsp;O PodMinerar é mais um canal de comunicação do IBRAM com o objetivo de disseminar um amplo debate sobre o futuro da mineração e a mineração do futuro.&nbsp;</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pará e mineração valorizam bioeconomia para promover desenvolvimento sustentável da Amazônia</title>
		<link>https://www.imapc.com.br/para-e-mineracao-valorizam-bioeconomia-para-promover-desenvolvimento-sustentavel-da-amazonia/</link>
		
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		<pubDate>Sun, 16 Jul 2023 19:31:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O setor mineral brasileiro está promovendo uma discussão internacional sobre clima e bioeconomia. Durante o&#160;Fórum Econômico Mundial&#160;(FEM), realizado em Davos, na Suíça, na última semana, o governador do Pará e presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal (CAL), Helder Barbalho, apresentou o&#160;Plano de&#160;Bioeconomia. Ele foi&#160;criado para garantir a preservação ambiental no segundo maior estado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/ima.artefinaljm.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Bioecomia-1024x576-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1660" srcset="https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Bioecomia-1024x576-1.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Bioecomia-1024x576-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Bioecomia-1024x576-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Bioecomia-1024x576-1.png?resize=600%2C338&amp;ssl=1 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-recalc-dims="1" /></figure><p>O setor mineral brasileiro está promovendo uma discussão internacional sobre clima e bioeconomia. Durante o&nbsp;<a href="https://www.weforum.org/">Fórum Econômico Mundial</a>&nbsp;(FEM), realizado em Davos, na Suíça, na última semana, o governador do Pará e presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal (CAL), Helder Barbalho, apresentou o&nbsp;Plano de&nbsp;Bioeconomia. Ele foi&nbsp;criado para garantir a preservação ambiental no segundo maior estado amazônico do Brasil, o que permitiu reduzir o&nbsp;desmatamento&nbsp;em 21% entre 2021 e 2022 e promover um modelo econômico sustentável.</p><p>Durante o debate em Davos, o governador&nbsp;ressaltou que a bioeconomia é uma importante alternativa para preservar a Amazônia, de modo a promover o desenvolvimento socioeconômico da região e, consequentemente, a contribuição para o equilíbrio climático mundial. “É importante construirmos a partir da bioeconomia um novo conceito econômico, com a floresta viva e investimentos em ciência, tecnologia e inovação somados aos saberes da floresta, atraindo oportunidades”, pontuou.&nbsp;</p><p>Helder Barbalho ainda explicou que o Pará avançou na construção de legislações próprias, transformando-as em políticas públicas de Estado e oferecendo mais segurança jurídica nas ações para preservar o meio ambiente, além de fortalecimento da bioeconomia e floresta em pé como vetores sustentáveis de desenvolvimento.&nbsp;“São leis, como a Estadual de Mudanças Climáticas, a Política Estadual para o Clima e a lei que contribuiu para o Programa Amazônia Agora”, exemplificou.&nbsp;</p><p>A ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, ressaltou, durante o evento, que&nbsp;a estratégia brasileira para a preservação da&nbsp;Amazônia&nbsp;tem dois aspectos: um, que visa proteger 57 milhões de hectares ainda protegidos, e o outro, que visa promover o desenvolvimento sustentável para garantir a subsistência dos 30 milhões de brasileiros que vivem na região.</p><p>“O Brasil voltou à cena mundial determinado a recuperar seu papel de impulsionador de iniciativas para combater as mudanças climáticas e preservar a biodiversidade, e para unir forças na definição de um novo modelo de desenvolvimento mais sustentável”, argumentou Marina Silva.&nbsp;</p><p>A mineração está entre as principais atividades econômicas do Para? e o estado, ao lado de Minas Gerais, lidera a mineração no Brasil.&nbsp; Em 2023, o estado paraense será palco de importantes discussões sobre bioeconomia e como a mineração pode ser uma aliada nesse desenvolvimento sustentável. Belém será a sede da&nbsp;<a href="https://ibram.org.br/evento/exposibram-2023/">EXPOSIBRAM 2023&nbsp;</a>(29 a 31 de agosto) e da&nbsp;<a href="https://ibram.org.br/evento/conferencia-internacional-amazonia-bioeconomia/">Conferência Internacional Amazônia &amp; Bioeconomia</a>&nbsp;(30 e 31 de agosto), eventos a serem realizados pelo&nbsp;<a href="https://ibram.org.br/">IBRAM – Mineração do Brasil</a>&nbsp;em agosto de 2023.&nbsp;</p><p>Helder Barbalho aproveitou sua participação em Davos para reforçar a candidatura para Belém sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em 2025, e discutir as mudanças climáticas no bioma amazônico.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Conferência Internacional Amazônia &amp; Bioeconomia</strong></h2><p>O evento acontecerá nos dias 30 e 31 de agosto, durante a EXPOSIBRAM 2023, em Belém (PA). É uma oportunidade de apresentar como a mineração empresarial tem elevado o potencial para contribuir para a conservação da biodiversidade da Amazônia, por meio de uma gestão responsável e desenvolvimento social nos territórios mineradores.&nbsp;</p><p>Especialistas e&nbsp;<em>players</em>&nbsp;globais debaterão sobre o tema visando contribuir para a construção de políticas públicas que promovam o estímulo e viabilização da bioeconomia como alternativa econômica viável na Amazônia.&nbsp;</p><p>As inscrições serão abertas em breve no site:&nbsp;<a href="https://ibram.org.br/evento/conferencia-internacional-amazonia-bioeconomia/">https://ibram.org.br/evento/conferencia-internacional-amazonia-bioeconomia/</a></p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Fórum Econômico Mundial&nbsp;</strong></h3><p>O Fórum Econômico Mundial&nbsp;(FEM) ou&nbsp;<em>World Economic Forum</em>&nbsp;(WEF)&nbsp;aconteceu entre os dias 16 e 20 de janeiro de 2023, em Davos, na Suíça.&nbsp;O evento teve como tema esse ano a “Cooperação em mundo fragmentado”. Durante uma semana, empresários, líderes políticos e representantes culturais mundiais se reúnem em busca de mudanças positivas para a nossa sociedade, além de debater temas como mudanças climáticas, inclusão e diversidade.&nbsp;</p><p><strong>Fonte:</strong><a href="https://agenciapara.com.br/noticia/40768/no-forum-economico-mundial-governador-helder-barbalho-debate-impactos-financeiros-por-conta-das-mudancas-climaticas"> Agência Pará,&nbsp;</a>EFE</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O papel da mineração na transição energética</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jul 2023 19:28:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As metas do Acordo de Paris para redução da emissão de gases, como o dióxido de carbono, com vistas à redução do aquecimento global, bem como os desafios enfrentados desde que foi inicialmente assinado, não são temas novos. De igual modo, as discussões e propostas para a concretização das metas de descarbonização e da transição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="700" height="400" src="https://i0.wp.com/ima.artefinaljm.com.br/wp-content/uploads/2023/07/geofisica-aplicada-na-mineracao.jpg?resize=700%2C400&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1656" srcset="https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/geofisica-aplicada-na-mineracao.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/geofisica-aplicada-na-mineracao.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/geofisica-aplicada-na-mineracao.jpg?resize=600%2C343&amp;ssl=1 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de divulgação</figcaption></figure><p>As metas do Acordo de Paris para redução da emissão de gases, como o dióxido de carbono, com vistas à redução do aquecimento global, bem como os desafios enfrentados desde que foi inicialmente assinado, não são temas novos. De igual modo, as discussões e propostas para a concretização das metas de descarbonização e da transição energética por meio da implementação de fontes renováveis e menos poluidoras tem se tornado cada vez mais intensas, dada a premência em mitigarmos os cada vez mais frequentes desastres climáticos por todo o globo.</p><p>Contudo, o que ainda pouco se discute de forma franca e aberta é que, para que a transição energética de fato ocorra, precisaremos ser capazes de produzir todo o aparato necessário em um prazo mais do que exíguo – o que, de acordo com relatórios mais recentes como o do Banco Mundial, implica na necessidade de aproximadamente 3 bilhões de toneladas de minerais, ou seja, o investimento nas matrizes de geração renovável escolhidas (a exemplo das fontes solares e eólica) precede um alto investimento nos chamados insumos de base para garantir que haja real viabilidade de implementação da transição dentro do prazo esperado.</p><p>Importante ter em mente que estamos falando não apenas em minerais como o lítio ou terras raras – embora esses talvez sejam os mais citados nas discussões relacionadas ao tema e à crescente necessidade para produção de baterias -, mas níquel, cobre, zinco e outros que são igualmente necessários à transição para construção de outros componentes, a exemplo das pás eólicas, placas solares, condutores e de tantos outros necessários à implementação dos projetos de energia renovável.</p><p>Considerando que é sabido que o ciclo de maturação e desenvolvimento de um projeto minerário é longo e requer alto investimento, dado elementos de sua própria infraestrutura de exploração e logística, além dos processos de licenciamento e endereçamento de outros riscos, a questão que fica é: como e quem estará apto a fornecer os recursos financeiros necessários para que esses sejam concretizados?</p><p>Não podemos fechar os olhos ao fato de que a atividade de mineração, embora seja muito criticada em razão de recentes precedentes negativos, não deixa de ser altamente necessária tanto quanto a produção de energia em si. Além disso, há inegável interdependência entre as atividades, de modo que não conseguiremos concretizar a transição sem antes aumentar (e não reduzir) as atividades de mineração e, consequentemente, os investimentos na indústria de mineração.</p><p>Investimentos, inclusive, não apenas em projetos de grande magnitude ou expansões, mas especialmente em projetos de médias e pequenas empresas – em especial as junior companies – que são responsáveis pelo desenvolvimento de base de muitos dos minerais críticos necessários à transição energética. São projetos muitas vezes menores, mas essenciais e que carecem de linhas de financiamento mais atrativas e acessíveis. O Brasil possui muitos desses minerais críticos em seu território nacional e poderia estar muito mais à frente na corrida pela extração dos mesmos. Mas dada as características de incertezas e longos prazos de maturação dos projetos de mineração, são poucas ainda as empresas que conseguem acesso aos recursos iniciais necessários para completude da fase de prospecção a fim de seguir para a próxima fase.</p><p>Temos que desmistificar o conceito de que a mineração é necessariamente algo negativo à sociedade e ao meio ambiente. A atividade é vital e essencial a muitas economias, podendo ser altamente positiva quando planejada e implementada de forma adequada e sustentável, em observância aos princípios ESG, desde que haja acesso aos recursos necessários para tanto.</p><p>A “mineração verde”, com uso de fontes energéticas renováveis e a aplicação de alternativas de infraestruturas que reduzam riscos ambientais e sociais (como o desenvolvimento de novos processos que dispensem o uso de barragens e a integração social das comunidades atingidas por meio da formação e geração de oportunidades de emprego e educação que, no passado, parecia algo inatingível), cada vez mais é algo que deve ser não apenas almejado, mas concretizado. Até porque, essas práticas reduzem riscos e custos para os empreendedores que podem ser revertidos em economia para o negócio.</p><p>*Artigo escrito por Liliam Fernanda Yoshikawa, sócia de infraestrutura e mineração no&nbsp;<a href="https://www.machadomeyer.com.br/">Machado Meyer Advogados</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Superbaterias prometem revolucionar o setor de mineração</title>
		<link>https://www.imapc.com.br/superbaterias-prometem-revolucionar-o-setor-de-mineracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[1IEHMbGVTAqm@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2023 19:25:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os veículos elétricos são fundamentais para a redução de emissão de carbono. No Brasil, há empresas do setor mineral que já adotaram estes veículos no transporte da sua produção.  Entretanto, atualmente, os modelos de baterias criadas só atendem caminhões com menos de 200 toneladas. 
Dois principais fabricantes de equipamentos pesados estão na vanguarda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os veículos elétricos são fundamentais para a redução de emissão de carbono. No Brasil, há empresas do setor mineral que já adotaram estes veículos no transporte da sua produção.&nbsp; Entretanto, atualmente, os modelos de baterias criadas só atendem caminhões com menos de 200 toneladas.&nbsp;</p><p>Dois principais fabricantes de equipamentos pesados estão na vanguarda dos testes de baterias para caminhões de mineração com capacidade superior a 200 toneladas. Estes avanços abrem caminho para os primeiros veículos desse porte totalmente elétricos.</p><p>Segundo o relatório Electric Mine, a empresa americana Caterpillar já testa uma bateria para um caminhão de 265 toneladas. Simultaneamente, a alemã Liebherr analisa uma bateria de alta densidade para um dos seus modelos, com capacidade para 240 toneladas.</p><p></p><figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/ima.artefinaljm.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Caminhao-eletrico-Caterpillar.jpg.webp?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1653" srcset="https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Caminhao-eletrico-Caterpillar.jpg.webp?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Caminhao-eletrico-Caterpillar.jpg.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Caminhao-eletrico-Caterpillar.jpg.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.imapc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Caminhao-eletrico-Caterpillar.jpg.webp?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Caminhão elétrico. Crédito: Divulgação</figcaption></figure><p>Estas novas superbaterias são um passo crucial na viabilização de uma nova geração de caminhões verdes, superando os modelos híbridos diesel-eletricidade e os caminhões a hidrogênio.</p><p>A perspectiva de eliminar as emissões diretas dos veículos responsáveis pela maior parte do transporte de minério no mundo é um grande avanço no setor. Esses veículos constituem metade da pegada de carbono do setor de mineração. Portanto, as superbaterias oferecem um avanço substancial para atingir o objetivo de neutralizar as emissões até 2050, conforme o desejado pelas mineradoras do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM).&nbsp;</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Os desafios do carregamento das superbaterias</strong></h2><p>Os sistemas embarcados de recarga de baterias, cruciais para ampliar a autonomia dos veículos, ainda não apresentam soluções adequadas. A falta de carregadores universais e a necessidade de aprimorar os carregadores estacionários existentes para reduzir o tempo de recarga também são obstáculos a serem superados.</p><p>A evolução das superbaterias e os desafios em torno do carregamento eficiente desses dispositivos são temas que seguem em destaque no campo de pesquisa e desenvolvimento da indústria de mineração. A possibilidade de tornar o setor mais sustentável com a utilização dessas tecnologias aponta para um futuro promissor.&nbsp;</p><p>*Informações do site&nbsp;<a href="https://clickpetroleoegas.com.br/superbaterias-o-futuro-verde-do-transporte-de-mineracao/">Click Petróleo e Gás</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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